Julho mês de férias escolares e para muitos, momento de viajar. O indicativo é sempre o planejamento prévio. Escolha de roteiros, hospedagem e fundamentalmente planejar os gastos. Afinal, o que adianta descansar 10 ou 15 dias e depois ficar o resto do ano pagando dívidas? O descanso não valeu à pena. O ideal seria já ter acertado tudo com muita antecedência, pois neste caso passagens aéreas e hotéis ficariam mais baratas. Mas de qualquer maneira vamos para algumas dicas: evite restaurantes caros a toda hora; podendo, compre os supérfluos em supermercados; no local, sempre que possível use transporte público; estudantes podem tirar a carteirinha internacional, há sempre bons descontos em empresas conveniadas; faça seguro de viagem. No caso de fechar pacotes veja a idoneidade da operadora de turismo. Negocie descontos a vista. Quando viajar de avião cuidado com os horários de vôos, principalmente quem está com crianças. Vôos noturnos são mais baratos, mas o desconforto no aeroporto é grande. E uma última dica: estabeleça uma média de gastos diários e mantenha um caderno com anotações de todos estes gastos. Aí é só relaxar e aproveitar.
Invista em títulos públicos
Conhece o Tesouro Direto? Pois é esta a denominação de para aquisição de títulos públicos. É uma aplicação de baixo risco e pode ser realizada pela internet por qualquer pessoa. O Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas, desenvolvido pela Secretaria do Tesouro. Estes títulos são considerados ativos de renda fixa. O governo utiliza-se deste instrumento para captar recursos junto ao público. Para investir e conhecer melhor esta modalidade acesse: www.tesourodireto.gov.br. É um site seguro. Ocorrem leilões de compra e venda toda semana. Se desejar operar faça seu cadastro e siga as instruções do site. Investir através do Tesouro Direto tem vantagens: traz boa rentabilidade; a taxa de administração é baixa; pode diversificar aplicando em vários papéis disponíveis; tem liquidez. Saiba que títulos públicos são considerados de baixo risco.
Não cometa erros na hora de planejar suas finanças
Muita gente não se deu conta que o planejamento das finanças pessoais é fundamental. Alguns acabam utilizando-se de conceitos errados e coisa acaba não funcionando bem. Alguns erros cometidos: esperar momentos de crise para tomar a iniciativa de fazer o planejamento financeiro; não estabelecer objetivos financeiros mensuráveis; confundir planejamento financeiro com investimentos; não reavaliar decisões tomadas; pensar que planejamento financeiro é somente para quem tem muito dinheiro; esperar retornos exagerados nas aplicações financeiras. Trabalhe preventivamente saiba para onde vai seu dinheiro.
Na hora de comprar um imóvel
O sonho é ter a casa própria. Mas há momentos que nem sempre o que se deseja é que está disponível no mercado. Por exemplo: na compra de um apartamento as vezes somente o primeiro andar está disponível. A dica é pedir um bom desconto, afinal, o barulho, a visão limitada e pouca segurança são fatores negativos que forçam o preço para baixo. Lembre-se que quando for vender o imóvel o comprador também exigirá um bom desconto. Outro cuidado é com imóvel de lazer. São imóveis com baixa liquidez, isto é, se desejar vender rapidamente terá que sacrificar o valor. Se pretende comprar, que seja para seu prazer e não como investimento. O mercado diz: imóvel de lazer duas alegrias, quando compra e quando vende. Então, todo cuidado é pouco.
Quando o dinheiro em cédula deve ser recolhido
Muitos já receberam ou possuem cédulas de Real fora dos padrões normais de circulação. Em alguns casos, mesmo fora de padrão ou inadequadas, as cédulas podem ser trocadas. São consideradas inadequadas as cédulas dilaceradas, as mutiladas, e aquelas desgastadas pelo uso (não-utilizáveis). Tornam-se mutiladas as notas que não apresentam uma fração de mais da metade do seu tamanho original e, por isso, não têm valor. Diferenciam-se das dilaceradas que devem, obrigatoriamente, apresentar tamanho maior que a metade do original, quando fragmentadas, para que tenham valor e possam ser restituídas. São também dilaceradas aquelas cédulas que apresentam áreas manchadas, desenhos, grampos metálicos, falta parcial ou total do elemento de segurança, emendas, recortes, etc. Vejam que somente não serão passíveis de trocas as cédulas mutiladas.
Superávit comercial
A balança comercial registra exportações e importações de mercadorias. Quando ocorrem mais exportações do que importações diz-se que há superávit (sobra). Quando as importações são maiores do que as exportações, há déficit (falta). Em junho deste ano o Brasil obteve um superávit comercial de 4,625 bilhões de dólares. Esta sobra ajuda a fechar o balanço de pagamentos do Brasil. O balanço de pagamentos registra toda a movimentação financeira com o resto do mundo. A notícia só não é melhor, porque tanto as exportações como as importações caíram muito neste ano. Houve superávit devido à queda mais expressiva das importações, principalmente de máquinas e equipamentos, o que indica menor apetite do empresário em investir. De qualquer maneira a sobra é bem-vinda.
Mude para melhor!
O dinheiro pode comprar uma casa, mas não comprará um lar! Mude já, mude para melhor! Veja o blog . Boa semana e até a próxima.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA, divulgou pesquisa apontando o efeito dos tributos no bolso da população brasileira.
A conclusão do estudo é que, se não bastasse à existência de verdadeiro abismo entre a renda dos ricos e dos pobres, fruto da péssima distribuição de renda do país, também há uma inadmissível distorção na carga tributária suportada pelas classes sociais no Brasil.
Para exemplificar, o estudo apontou que quem tem renda mensal de até dois salários mínimos à carga tributária é duas vezes maior do que quem ganha acima de trinta salários mínimos.
Traduzindo em números é como se os mais pobres trabalhassem o equivalente a 197 dias no ano para pagar impostos, enquanto os mais ricos 106 dias.
O raciocínio leva em conta que o governo receberia os recursos inicialmente, para depois, o que sobrasse, fosse usufruído pelo contribuinte.
Como pagamos os tributos de maneira diluída, muitos não percebem a dimensão da carga tributária nos gastos familiares.
A explicação para esta distorção, se constituindo em verdadeira sede em tributar, é simples: no Brasil, diferentemente de outros países, a carga tributária dos chamados impostos indiretos é muito elevada.
O imposto indireto, como o ICMS e IPI, não leva em conta a renda das pessoas.
Aquirir um litro de leite, por exemplo, o mesmo valor do tributo indireto é pago pelo rico e pelo pobre.
Evidentemente que não se espera a eliminação do imposto indireto, entretanto é razoável esperar que haja um deslocamento dos tributos, ou seja, maior tributação ao capital e neles contemplamos as grandes fortunas, e menor tributação na produção e consumo.
Além disso a carga tributária global brasileira é praticamente de 40% do Produto Interno Bruto, ou seja, de cada R$ 100,00 produzidos no Brasil praticamente R$ 40,00 ficam com o governo em todas as suas esferas.
Há de se ressaltar ainda que especificamente no estado de São Paulo a implantação do regime tributário denominado de substituição tributária vem sendo ampliada, elevando ainda mais a incidência do ICMS, ou seja, mais imposto indireto.
E a tão sonhada e necessária reforma tributária não sai do papel. Já se passaram 15 anos do lançamento do Plano Real e nada de avançar nesta questão.
Já que estamos no fim do governo Lula, portanto, a reforma não virá agora, que ao menos a população saiba que não há “almoço de graça”, portanto, exija uma contrapartida do Estado no sentido de oferecer serviços que no mínimo contemplem a dignidade da pessoa humana.
Tributar mais os mais pobres e menos os mais ricos está distante da prática da justiça social tão preconizada pelos dirigentes públicos.
Se ainda tem gente desconfiada, pode mudar de postura: a nota fiscal paulista funciona mesmo. Realizei um saque com crédito em conta corrente sem maiores problemas. Toda vez que o consumidor pede para colocar o CPF (Cadastro da Pessoa Física) na nota fiscal, gera um arquivo (eletrônico na maioria das vezes) que é remetido a Secretaria da Fazenda. O crédito é de 30% do imposto gerado. O valor varia de empresa para empresa, pois dependerá do regime de tributação que ela está enquadrada. O crédito pode ser acompanhado pelo consumidor/contribuinte pelo site www.fazenda.sp.gov.br. Basta ter o cadastro, criar um senha e pronto. O crédito pode ir para caderneta de poupança, conta corrente, compensar tributos e até mesmo ser transferido para outra pessoa. Peça nota fiscal e forneça seu CPF e tenha parte do tributo de volta. Vale lembrar que ainda há premiação por sorteio. Este tema foi sugerido por nossos leitores.
Comprar ou não um carro novo agora
O governo deve divulgar amanhã se mantém ou não a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) na compra de carros novos. Há três possibilidades: a primeira, inclusive defendida pelo presidente Lula, é de prorrogar a redução, mantendo os patamares atuais; a segunda, defendida pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, é de manter a redução, mas em patamares menores do que os atuais; e a terceira, defendida pelos técnicos do governo, é de simplesmente acabar com a redução. Se realmente sair a decisão amanhã, fica mais fácil analisar o cenário, indicando se deve ou não comprar agora o veículo. Sugiro que quem está disposto a adquirir o carro novo que mantenha uma reserva, pesquise a marca e modelo, enfim deixe a coisa encaminhada assim, se as regras atuais se alterarem já terá melhores condições de negociar a compra do novo veículo. Se tiver que comprar, aproveite a redução do IPI.
Financiamento imobiliário: parcelas fixas ou variáveis?
Alguns leitores estão em dúvida se devem financiar um imóvel em parcelas fixas ou pelo sistema antigo, variável. O raciocínio é o seguinte: a parcela fixa tem taxa de juros um pouco maior do que na parcela variável. A parcela fixa é boa para que o mutuário possa planejar seus gastos. Se a prestação hoje for de R$ 500,00 será sempre este valor. Na variável dependerá do comportamento da economia nos próximos anos. Tudo indica que os juros no Brasil continuarão caindo, portanto, o financiamento variável tende a ser mais barato do que em parcelas fixas. Analise seu perfil: não gosta de correr nenhum risco? Então faça em parcelas fixas, mesmo pagando um pouco mais. Seja qual for a forma de financiamento o indicativo é que, sempre que possível, amortize mais o saldo devedor do que simplesmente o valor da parcela mensal. Use o décimo terceiro, recebimento de férias, FGTS ou algum ganho extra. Quanto mais rapidamente quitar o saldo devedor menos juros pagará.
Faça seguro
Se o desejo é ter independência financeira considere em seu orçamento doméstico o pagamento de prêmios de seguro. Se tiver filhos então, não há como fugir. Quanto mais jovem e saudável a pessoa for, mais barato será o seguro. Procure modalidades como incapacidade parcial, pois caso seja vitima de acidente de trânsito, ou qualquer outro acidente que deixe seqüelas o segurado terá cobertura financeira. Um plano de saúde também é indicado. É verdade que o custo geral não é baixo, mas também é verdade que podemos priorizar em que queremos destinar nosso dinheiro. Estas modalidades não são gastos, são investimentos. No caso de seguro de automóvel, se o dinheiro está curto, faça ao menos um seguro contra terceiros. É barato e ajuda muito quando a pessoa se envolve em um acidente de trânsito.
Bolsa de Valores: mercado primário e secundário
Quando uma empresa abre seu capital e oferece ao mercado ações em troca de dinheiro, é denominado de mercado primário. Assim a empresa capta estes recursos e aplica em sua atividade. O investidor, neste caso, aposta no bom desempenho da empresa, gerando mais dinheiro do que ele colocou inicialmente. Já o mercado secundário é quando os acionistas vendem suas ações para outros investidores. A maior parte dos negócios efetuados diariamente na Bolsa de Valores é do mercado secundário. Em resumo: mercado primário é a empresa com o investidor. Mercado secundário: é o já acionista (que possui ações da empresa) com outro investidor. Fique de olho nas aberturas de capital, pois haverá sempre boas oportunidades de obter boa rentabilidade do dinheiro.
Mude para melhor!
O dinheiro pode comprar remédios, mas não comprará a saúde das pessoas! Mude já, mude para melhor. Fique de olho no meu blog www.Até a próxima e boa semana.
Sem dúvida alguma o presidente Lula é um grande comunicador. Fala de maneira que atinge em cheio o grosso da população. Talvez aí esteja a justificativa de parte de sua grande popularidade.
Foram inúmeros momentos durante seus dois mandatos em que o Presidente conseguiu driblar crises e desviar o foco dos problemas.
Esses momentos foram desde o mensalão, passando por denúncias envolvendo seus familiares, pela crise do PT, até mesmo a crise internacional e agora chega ao “conflito”: incentivar setores que foram afetados com a crise, retirando parte dos tributos ou canalizar recursos diretamente aos pobres.
Observaram como ele fala diretamente ao povo mais simples, sem intermediários, sem interlocutores.
Imagine a reação de alguém que está desempregado, sem recursos para sustentar a família. Sem dúvida dirão: “este é o nosso presidente, dando dura do meio empresarial”, com o diz a moçada: “esse é o cara”.
Evidentemente que a fala dele tem um propósito: alertar o meio empresarial que não adianta reduzir a carga tributária dos produtos se esta redução não chegar ao preço final, na ponta do comércio. Mas a prática aponta que os setores, para sobreviverem, não têm outra alternativa senão a de reduzir os preços. É caso da indústria automotiva que está viva em função da desoneração fiscal. Mesmo a linha branca vem garantindo volume de vendas em face da queda dos tributos.
Em sã consciência dificilmente um segmento deixaria de repassar queda em seus custos aos preços finais só para aumentar a margem de lucro, sabendo que com preço mais elevado as vendas cairão. Então quem será que o presidente Lula quis atingir?
Penso que ninguém diretamente. Ele quis mesmo é marcar presença, quis falar o óbvio que é distribuir recursos públicos diretamente as pessoas, prática, aliás, comum neste governo através das “bolsas” implementadas nestes últimos anos.
Observem que a colocação tem pouca praticidade. Atingiria quem? Com qual critério? Em que volume? De onde viriam os recursos?
O que é preciso considerar é o tamanho que o Estado brasileiro está tomando. Gastos em crescimento, empreguismo, corrupção, desvios, falta de qualidade nos gastos públicos, baixos investimentos, enfim, uma verdadeira bomba relógio que explodirá no próximo governo.
O Lula gosta mesmo é de sofismar. E de sofisma em sofisma vai aumentando sua popularidade.
Desonerar a produção ou dar dinheiro aos pobres? Quem quer vida digna, sabe que tem que ser o senhor de seu destino, portanto, não quer esmola, quer trabalho. A resposta cada de um de nós já sabe.
Já teve curiosidade em ler a ata do Copom? Penso que vale a pena gastar um tempo analisando o que a autoridade monetária pensa da economia brasileira. Para acessar a ata visite o site do Banco Central: www.bcb.gov.br. Há um ícone com a ata do Comitê. A ata relata o comportamento do mercado de crédito, de trabalho, comércio exterior, entre outros, e o que é mais importante, faz projeções sobre o possível comportamento da economia.
O que ata trouxe de importante?
A ata da última reunião do Comitê foi publicada na última quinta-feira, entre várias informações relevantes podemos destacar que o governo trabalha com reajuste zero para o preço do combustível em 2009. Também indica novas rodadas no sentido de reduzir a taxa básica de juros, chamada de Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia). Serão reduções menores do que as verificada até agora, mas virão, apontando uma Selic na casa dos 8,75% ao ano, contra uma taxa atual de 9,25% ao ano. Ficou demonstrada na ata, preocupação adicional sobre o nível de atividade econômica, que indica recessão para 2009.
Quem participa do Copom?
O Copom foi instituído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de estabelecer as diretrizes da política monetária e de definir a taxa de juros. Em 1999 o Brasil passou a adotar a sistemática de metas de inflação, ou seja, projeção da inflação para os 12 próximos 12 meses, forçando assim o governo a trabalhar preventivamente.
As reuniões ordinárias do Copom dividem-se em dois dias: a primeira sessão às terças-feiras e a segunda às quartas-feiras. As reuniões ocorrem a cada 45 dias, prevalecendo os dias da semana aqui citados. O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil: o presidente, que tem o voto de qualidade; e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração, totalizando 8 membros mais o Presidente do Banco Central.
Serviço de Atendimento ao Consumidor
A lei é nova e muitas operadoras de telemarketing ainda não se enquadraram, mas o consumidor deve denunciar quando seu direito não é respeitado: O SAC – Serviço de Atendimento ao Consumidor, deve funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, ou seja, nunca parar. Além disso o atendimento deve ser gratuito. Outra coisa: um serviço cancelado pelo consumidor deve ser aceito imediatamente independentemente de eventuais pendências financeiras. A empresa terá no máximo 5 dias para atender as reclamações e dar solução. Para exercer seu direito anote o número do protocolo e no caso de descumprimento da lei, denuncie junto ao PROCON.
Consumo responsável
O sistema capitalista indica: consumo, logo existo! E a nossa vida virou uma loucura. Trabalho, mais trabalho, na tentativa de conseguir mais dinheiro para consumir mais. Felizmente está surgindo uma nova onda, indicando o chamado consumo responsável. Este consumo responsável, deve ter como base mudanças nas atitudes do consumidor. Antes de comprar, pergunte a si mesmo: necessito realmente do produto que vou comprar? É de boa qualidade? Como posso ter certeza disso? É possível consertá-lo, reutilizá-lo ou reciclá-lo? Posso compartilhá-lo com outras pessoas? Escolhi o produto que faz menos mal ao meio ambiente? Na hora de comprar certifique-se se os produtos não danificam o meio ambiente em seu processo de elaboração (emissões e resíduos contaminantes) e descarte, depois que termina seu ciclo de vida, se as informações importantes sobre o produto estão especificadas nas etiquetas e correspondem ao real conteúdo da embalagem e se existe uma certificação ambiental expedida por uma entidade independente ou autorização do poder público. Consumo responsável protege mais o meio ambiente do que economizar água fazendo xixi no banho.
Juros abusivos
Há inúmeras teses desenvolvidas por advogados, apontando a prática de juros abusivos na relação cliente/banco. Apesar de no Brasil os juros serem livremente pactuado entre as partes, há entendimento legal que taxa de juros que ficam acima da média de mercado seriam abusivos. Há uma figura jurídica denominada “anatocismo” quando se verifica a incidência de juros sobre juros (juros compostos). Há espaço para uma discussão jurídica, solicitando revisão dos juros cobrados pelos bancos, principalmente nas modalidades cheque especial e cartão de crédito, em que os juros são elevadíssimos. Fique atento no valor dos juros cobrados pelo banco em que mantém conta, bem como na administradora de cartão de crédito, e percebendo abuso procure orientação. É seu direito.
Mude para melhor!
O dinheiro pode comprar um crucifixo, mas não compra a salvação. Mude já, para melhor! Um forte abraço.














