Reinaldo Cafeo – descomplicando a economia


3 de setembro de 2009

O aprendizado da crise

Categoria: Sem categoria – admplaneta 12:32

 

As crises trazem malefícios, entretanto, pode se apresentar como um enorme aprendizado.

 

Por exemplo, a grande depressão de 1929, criou condições para introduzir o conceito de macroeconomia, até então inexistente. A ciência econômica evoluiu a partir dali. Os inúmeros choques das moedas, a crise brasileira em 1999, até mesmo os planos econômicos experimentados pelo Brasil desde 1986 foram aprendizados. O Plano Real só atingiu seu objetivo de conter a inflação devido às lições deixadas pelos fracassos anteriores.

 

A crise atual também tem que ser entendida nesta dimensão. Números atuais apontam para recuperação econômica das principais economias do planeta. Então quais lições concretas podemos tirar da crise e utilizá-las como crescimento no mundo dos negócios?

 

Passado um ano do início da crise o Wall Street Journal fez uma lista de oito lições que podem ser tiradas dos desdobramentos da crise, sobre as quais teceremos nossos comentários. Vamos a elas: 1) Diversificação nem sempre funciona. A crise se instalou mesmo praticando a diversificação. Não foi suficiente para segurar os negócios, portanto, voltamos à velha tônica de focar o negócio; 2) Os mercados estão mais interligados. Não há mais porto seguro em ouro, ações, commodities, etc. Quando um setor não vai bem, tem levado os outros para o mesmo caminho, com raras exceções; 3) Entenda todos os investimentos. Investimentos complexos enganam até grandes corporações; 4) Certifique-se de ter um portfólio líquido. A maior velocidade para conversão dos ativos em dinheiro é fundamental; 5) O governo funciona. As ações do setor público auxiliaram na minimização dos efeitos da crise; 6) Não deixe as companhias tornarem-se grandes demais para falir. Dimensionar o tamanho das companhias, dentro do controlável é fundamental; 7) Conte em qualquer equação de investimento o cenário mais pessimista. O histórico positivo do setor imobiliário americano iludiu as pessoas. Opte por analisar no pior cenário se o negócio ou não viável; 8) Não fique muito pessimista. Crise sempre gera oportunidade.

 

Na prática aqueles que operam os mundos dos negócios sabem que minimizar riscos é a melhor maneira de se posicionar no mercado. São lições que devem balizar as ações de cada de um de nós, independentemente do ramo de atividade, profissão e porte de empresa.

 

É assim que a humanidade caminha e, cresce. Leve este aprendizado.

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28 de agosto de 2009

Consumidor brasileiro: comportamento moderado

Categoria: Sem categoria – admplaneta 13:35

 

A Fundação Getúlio Vargas divulgou sua sondagem sobre o comportamento do consumidor brasileiro referente ao mês de agosto. O resultado apontou para um comportamento moderado. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) recuou 0,4% em agosto se comparado a julho deste ano.

 

Apesar de muitos indícios de saída da crise, principalmente pela retomada do crescimento econômico nas principais economias mundiais, o consumidor se mantém cauteloso, e nem poderia ser diferente.

 

Primeiramente porque muitos já anteciparam compras. A redução do IPI incidente sobre os bens duráveis motivou os consumidores e com isso comprometerem parte da renda com as prestações já assumidas. Além disso o comércio permaneceu em constante liquidação. Os consumidores aproveitaram para renovar o guarda roupa e já se preparam para a nova estação.

 

Há ainda o aspecto do aprendizado. Quando ocorrem crises as pessoas amadurecem, ficam mais seletivas em seus gastos, enfim, maximizam o uso do dinheiro.

 

Tem ainda o aspecto do emprego. As demissões mais intensas foram no setor industrial, o qual, comparado aos outros setores da economia, oferece um salário médio maior. Alguns ainda não se recolocaram no mercado e vivem a custas do salário desemprego e outros encontram abrigo no setor de serviços, reduzindo o ganho mensal.

 

Teremos indicadores favoráveis no segundo semestre. Mas vem sempre a dúvida: há riscos de um novo ciclo recessivo? Alguns colegas economistas apontam para um receio em relação ao comportamento dos preços dos produtos no momento em que a recuperação econômica vier para valer iniciando um ciclo de políticas monetária e fiscal mais restritivas, por outro lado, o período recente de crise e recessão tem que ser, como colocado anteriormente, a base do aprendizado. É assim que a humanidade amadurece.

 

O consumidor demonstra que assimilou bem o momento da economia e a pesquisa elaborada pela Fundação Getúlio Vargas retrata bem este comportamento.

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24 de agosto de 2009

O que fazer com o adiantamento do décimo terceiro

Categoria: Sem categoria – admplaneta 11:11

 

Aposentados e pensionistas receberão parte do décimo terceiro nos próximos dias. Apesar de o valor individualmente não ser expressivo, é sempre importante maximizar seu uso. Vamos separar em dois grupos: os que possuem dívidas (vencidas ou não) e aqueles que possuem sobras de recursos.

 

Grupo 1: com dívidas

Utilize o adiantamento do décimo terceiro para acertar as dívidas. Isso vale tanto para dívidas vencidas com a vencer. Levante qual a taxa de juros que você contratou nestes empréstimos e priorize as dívidas com juros maiores. Normalmente os mais caros são: cartão de crédito, cheque especial e dívida com financeira. No caso de cartão de crédito pague a fatura integralmente. Se for cheque especial cubra-o e evite o uso permanente no futuro. Se for dívida a vencer, ao pagar antecipadamente você tem direito ao desconto na mesma proporção dos juros contratados.

 

Grupo 2: com sobras

Com dinheiro na mão seu poder de negociação aumenta. Se deseja adquirir algum bem terá como conseguir bons descontos, afinal há muito estoque disponível no comércio. Por outro lado é sempre bom pensar em reservar algum recurso para emergências. Considerando o volume do dinheiro disponível e as alternativas atuais, a velha e conhecida caderneta de poupança pode ser considerada a melhor opção neste momento. O fundamental é sempre planejar o uso do dinheiro.

 

 

Devedor não pode passar vergonha

O credor tem todo o direito de protestar o título não pago, cadastrar o nome do devedor em órgãos de restrição ao crédito, como SPC, SERASA, etc., além, é claro, de ajuizar ação judicial para cobrar o valor devido. Também é direito do credor de cobrar a dívida através de cartas, telefonemas e até cobradores. Todavia, este direito de cobrança do credor vai até o limite do direito do devedor de não se sentir importunado desproporcionalmente ou constrangido. Ligações a toda a hora, em qualquer lugar, com ameaças e linguajar deselegante são um abuso ao direito do devedor. O credor também não pode ameaçar, coagir ou constranger o consumidor na cobrança de uma dívida, entrando em contato com vizinhos, parentes, amigos ou diretamente com o trabalho do devedor, falando com seus colegas ou chefe. Se for comprovada esta prática o Código de Defesa do Consumidor prevê como pena, detenção de três meses a um ano e multa.

 

Veja o que diz o texto do Código

Os artigos abaixo foram extraídos do Código de Defesa do Consumidor:
 “Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.”
 “Art. 71. Utilizar, na cobrança de dívidas, de ameaça, coação, constrangimento físico ou moral, afirmações falsas incorretas ou enganosas ou de qualquer outro procedimento que exponha o consumidor, injustificadamente, a ridículo ou interfira com seu trabalho, descanso ou lazer:

Pena Detenção de três meses a um ano e multa.”

Não aceite a prática abusiva e denuncie ao PROCON.

 

Quando o gasto vira doença

Comprar compulsivamente é sinal de doença. Estourar o orçamento repetidamente é um vício igual ao alcoolismo. A doença tem até nome: oniomania, aquele que necessita comprar assim o dependente químico necessita da droga. O desejo incontrolável de gastar tem tratamento: inclui acompanhamento psicológico e medicação. Mas é fundamental que a pessoa reconheça que está doente e precisa de ajuda.  Além de cortar todas as formas de crédito, como cheques e cartões de crédito, o ideal é que alguém da família ou um amigo próximo assuma o controle das finanças do paciente. Embora não existam dados estatísticos sobre a doença no Brasil, ela tem crescido bastante. Já existe até um grupo de auto-ajuda chamado Devedores Anônimos, que segue a mesma linha de atuação dos Alcoólatras Anônimos.  Assim como todo dependente, os consumidores compulsivos demoram a admitir seu vício. No caso deles é particularmente difícil porque fazer compras é uma atitude bem vista e até incentivada pela sociedade. A causa do consumo compulsivo é uma conjunção de fatores biológicos e psicológicos. Ao mesmo tempo, com as compras, a pessoa tenta preencher “o buraco” provocado por problemas do dia-a-dia. Se você conhece alguém nesta situação, procure ajuda.

 

Mude para melhor

Participei na sexta-feira do workshop sobre microfinanças promovido pelo Instituo Soma em parceria com o SEBRAE, CIESP e ACIB. Fornecer crédito ao informal ou aqueles que possuem negócios de pequena monta é praticar a inclusão social. Fiquei convencido que é preciso entender a “Alma” dessas pessoas e criar mecanismos para que efetivamente o crédito chegue em suas mãos, garantindo vida digna a todos. É uma ação transformadora e precisa que toda a sociedade participe. Faça sua parte. Mude já, mude para melhor! Boa semana e veja novidades em www.jornaloplanetaeconomia.com.br

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20 de agosto de 2009

As principais economias mundiais ensaiam recuperação econômica

Categoria: Sem categoria – admplaneta 11:48

O período de recessão mundial está no fim. As principais economias mundiais começam a apresentar crescimento econômico, depois de meses operando em queda na atividade econômica.

 

Com o melhor desempenho da Alemanha e Japão no segundo trimestre deste ano, estes dois países engrossaram o número de países que entraram no azul, os quais representam cerca de 27% do produto interno bruto global. Estas economias produzem 16 trilhões de dólares.

 

Com estes resultados é possível prever um crescimento econômico no último trimestre deste ano na ordem de 4% para as principais economias do mundo.

 

O Brasil faz parte do grupo de países que já opera em crescimento. Indicadores de emprego e do nível de atividade econômica apontam que um cenário benigno, confirmando as previsões de que o segundo semestre de ano será muito melhor do que o primeiro semestre. Evidentemente que o desempenho do segundo semestre não compensará as perdas verificadas nos primeiros seis meses do ano, mas podemos entender que pior já passou.

 

Mesmo com essas projeções otimistas ainda não é hora de abrir a guarda. As empresas precisam continuar enxugando custos, reduzindo estoques, melhorando o ciclo financeiro, fidelizando clientes e colocando em prática boa a governança corporativa.

 

Por outro lado o governo precisa garantir juros menores à medida que em pouco tempo teremos o fim da redução de tributos em vários setores importantes, entre eles o setor automotivo. Juros menores podem compensar o eventual desânimo do consumidor.

 

Outro desafio do atual governo é administrar melhor seus gastos. Do jeito que está indo, o governo federal deixará uma herança nada desejada ao sucessor de Lula, apontando para a necessidade de colocar em prática austeridade fiscal já no primeiro ano de mandato daquele que será eleito o ano que vem. Ainda da tempo de administrar melhor o orçamento público.

 

Enfim, se de um lado há fortes motivos para a retomada da confiança na economia mundial, principalmente aqui no Brasil, por outro lado há que continuar mantendo vigilância total, entendendo que a economia tem sua própria dinâmica e que o comportamento dos agentes econômicos não é uniforme.

 

De qualquer maneira fiquemos com a boa notícia em relação à retomada do crescimento econômico das principais economias do mundo.

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17 de agosto de 2009

A expansão do crédito

Categoria: Sem categoria – admplaneta 11:13

 O Ministro Guido Mantega foi contundente ao avaliar o desempenho do Banco do Brasil que lhe garantiu a liderança no ranking nacional dos bancos. Afirmou que a estratégia do banco em ampliar o crédito com taxa de juros menor, garantiu este bom desempenho. Chegou até a desafiar os bancos privados. Tirando o exagerado da fala, o Ministro tem razão. O balanço da instituição apontou para um lucro de R$ 4 bilhões, com queda no calote. Avalio que os bancos privados terão que, ao longo do tempo se render a realidade de que juros altos não têm mais espaço no mercado. É ampliar o crédito, ganhando no volume, em detrimento a prática de juros elevados e menor volume de empréstimos.

 

Quem são os líderes?

Considerando os ativos dos bancos, ou seja, o volume de empréstimos realizados, os líderes do mercado são: em primeiro lugar o Banco do Brasil com R$ 598,8 bilhões, em segundo lugar o Itaú Unibanco com R$ 596,4 bilhões, em terceiro lugar o Bradesco com R$ 482,5 bilhões e na quarta posição o Santander com R$ 323,9 bilhões. Juntos totalizam R$ 2,00 trilhões de reais em ativos. Aqui fica clara a dimensão da atuação destes bancos no mercado.

 

Alemanha e França voltam a crescer

Boas notícias vindas da zona do euro: Alemanha e França voltaram a crescer, isto é, saíram da recessão técnica. Nos últimos três trimestres a economia destes países andou para trás. O crescimento ainda é tímido (0,3%), mas o importante é a sinalização do fim da recessão. Europa se recuperando, Estados Unidos tentando encontrar o caminho (setor industrial teve a primeira alta desde outubro do ano passado), China mantendo bom desempenho, são indicativos que o pior da crise já passou. No ambiente doméstico, podemos esperar um segundo semestre em crescimento, garantindo melhoria significativa no nível de atividade econômica.

 

Fiador que quer desistir de sua posição

Nos contratos de aluguel, visando ampliar as garantias do proprietário do imóvel, surgem as figuras da fiança bancária, do seguro fiança, por vezes depósitos em dinheiro e o tradicional fiador. É sempre uma situação difícil pedir a alguém que seja fiador. Mas é possível legalmente desistir de ser fiador. O Código Civil, em seu artigo 835, determina que “o fiador poderá exonerar-se da fiança que tiver assinado sem limitação de tempo, sempre que lhe convier, ficando obrigado por todos os efeitos da fiança, durante sessenta dias após a notificação do credor”. Juristas entendem que deve existir uma cláusula prevendo esta desistência, à medida que alguém poderia assinar como fiador, viabilizando o aluguel do imóvel, e desistir imediatamente de ser fiador. Fique de olho em seu direito.

 

Carteira de Trabalho informatizada

Muitos trabalhadores já possuem a carteira de trabalho informatizada. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, desde que foi lançado, em maio de 2008, o novo documento foi emitido para mais de 2 milhões de trabalhadores. O documento, segundo o órgão, protege as informações anotadas relacionadas à identificação profissional e à qualificação civil do trabalhador e impedem fraudes contra o seguro-desemprego, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e benefícios previdenciários. Além disso, o documento possibilita que o atendimento ao trabalhador seja mais eficiente, pois permite a unificação da base de dados, facilitando a identificação do trabalhador, além de permitir a integração das ações da área de trabalho. É bom ressaltar que o novo documento só pode ser requisitado em via de continuação, quando a primeira via da carteira é totalmente preenchida; em primeira via; ou em segunda via, em casos de roubo, extravio furto ou perda da primeira via do documento. Cabe ressaltar que a carteira de trabalho manual ainda vale em todo o país. Logo logo todos os trabalhadores terão a carteira informatizada.

 

Imposto de renda: mais parcelas, sem correção

Foi aprovado no Senado e seguirá para Câmara de Deputados, o aumento no número de parcelas para quem tem imposto de renda a pagar. As atuais 8 cotas passariam para 9, com um detalhe: sem a correção hoje existente, ou seja, seriam parcelas fixas mensais. Se será sancionada desta maneira não sabemos, mas ajudaria no bolso da população, ajudaria.

 

Mude para melhor!

Lealdade, franqueza, transparência, ética, respeito ao outro, são alguns importantes atributos para uma convivência harmoniosa em sociedade. Mude já, mude para melhor. Acesse www.jornaloplanetaeconomia.com.br. Boa semana

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13 de agosto de 2009

Orgulho de ser Economista

Categoria: Sem categoria – admplaneta 11:37

Neste dia 13 de agosto é comemorado o dia do Economista.

É uma profissão que abre um leque de oportunidades, com atuação decisiva na história brasileira.

Um governo pode ser avaliado por inúmeros indicadores, mas a condução da política econômica é fundamental para retratar o sucesso ou insucesso dos governantes.

Quando são desenvolvidos modelos econômicos que permitem controlar a inflação, distribuir a renda de maneira justa, eliminado desigualdades, gerar empregos, renda e riqueza, sem dúvida alguma é a ciência econômica a serviço da sociedade.

Os Economistas são falíveis como qualquer outro profissional, mas o operador da ciência econômica é capaz de fazer a diferença.

Parte da sociedade e a própria mídia tendem a rotular os profissionais da área. Estabelecem padrões de avaliação a partir de suas percepções, nem sempre entendendo a real dimensão das avaliações sobre o cenário econômico e principalmente sobre os modelos que procuram estabelecer um mínimo de visão de futuro.

Na prática o Economista pratica a capacidade de abstrair. É capaz de realizar uma leitura do ambiente econômico e estabelecer parâmetros visando eliminar rapidamente distorções na condução da política econômica.

Na recente crise internacional ficou evidente que a ciência econômica ofereceu instrumentos capazes de interferir decisivamente no cotidiano das pessoas. Se de um lado existiram aqueles que abusaram da engenharia financeira (não somente Economistas), de outro lado houve aqueles que souberam utilizar de maneira inteligente as mais variadas formas de minimizar o impacto da crise sobre a atividade econômica.

Atuar como Economista é transformar um número estatístico em subsídio para as políticas públicas, que permitam melhoria da qualidade de vida.

A atuação do Economista vai muito além do setor público e da condução das política econômicas. É um profissional que auxilia empresas em sua atuação no mercado, entendendo o desejo do consumidor, estabelecendo parâmetros na fixação de preços, que garantem a viabilidade dos negócios. O Economista é empreendedor por natureza.

Atuar como Economista é querer oferecer à sociedade indicadores interpretados, que diagnostiquem a realidade e que permitam traçar cenários confiáveis, para que as decisões presentes sejam as mais acertadas.

O Economista é não um super-homem, mas é um profissional com diferenciais competitivos que o torna imprescindível na sociedade.

O próprio slogan da profissão diz: “valorize seu patrimônio, consulte um Economista” e eu acrescento: “Economista: aquele que promove a justiça social”.

Salve 13 de Agosto, dia do Economista, com muito orgulho.

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